Nazaré do Mocajuba

A pesquisa foi desenvolvida nos anos de 2004 e 2005 numa pequena vila de pescadores de mesmo nome localizada no município de Curuçá, no nordeste do estado do Pará-Brasil. A partir de uma atividade como retratista do lugar, desenvolvida por Alexandre, as imagens dos moradores da vila passaram a ser reproduzidas sobre objetos pessoais como cortinas, toalhas de mesa, lençóis ou redes. O resultado são 10 peças com a imagem fotográfica do dono impressa serigraficamente sobre  sua superfície, além de 10 fotos que registram essas peças na residência de cada fotografado. 
      

29 Comentários

    • Oi Tarciso!! Que coisa boa receber notícia de um nazareno!!! Sou absolutamente apaixonado por sua terra e por seus moradores.
      Sim, pensar que alguns estão partindo me deixa muito triste.
      Mas estarão eternamente comigo – no coração.
      Um abram fraterno,
      Alexandre.

    • Muito obrigado por suas palavras tão gentis, Natalia!
      Por vezes o trabalho da gente é muito solitário e receber um retorno de como o que fazemos é recebido pelos outros é muito bom.
      Obrigado por sua atenção em me fazer saber.
      Abraço,
      Alexandre Sequeira

  1. Olá, sou estudante do ensino fundamental e tive o prazer de ter um trabalho no qual teria que escrever um comentário em seu blog, sobre alguma obra sua. Bom escolhi Nazaré do Mocajuba – eu vi o TEDXAmazônia pela internet e na sala de aula – gostei bastante da sua intenção de fotografar cada pessoa e coloca-las em objetos que representava seu jeito e gosto, mas o que eu mas gostei foi simplesmente de apresentar o novo para pessoas que nem tinham ideia da importância de uma fotografia, e é isso que lhe torna diferente de outros artistas – prestar atenção nos detalhes no cotidiano de pessoas humildes, os objetos é exemplo disso – você fez um bom trabalho e continuarei conhecendo outras obras suas.

    • Oi Myleyde! Que coisa boa saber que meu trabalho foi tema de uma apresentação sua!! Muita honra. Espero que encha alcançado sucesso em seu trabalho, assim posso acreditar que sou “pé-quente”!
      Um abraço com gratidão,
      Alexandre.

  2. Minha vida, depois do seu trabalho, já não é mais a mesma. Como acontece quando o olhar captura a beleza do mundo em que vivemos. Estou plena! Você deu um novo sentido pras coisas de um lugar que não é o meu, mas ao qual eu pertenço de coração, corpo e alma. Obrigada !!!

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